Balanço - Campo Técnico 24-26 Janeiro de 2014

Peço desculpa por não ter publicado no blog mais cedo, mas estive ocupado esta semana portanto só consegui publicar agora o balanço.

Vamos começar então...
Como sabem, esta atividade técnica devia ter corrido muito melhor ao que correu:
. Mastro e Pórtico NÃO construídos;
.Toldo caído;
.Atividade não realizada;
.Fogo de concelho bastante fraco;
.Refeições mal confeccionadas (nem tudo foi confeccionado);
.Atrasos em tudo;
E tudo isto devido a:
.Fraco espírito de patrulha!
Ora bem... todos notámos que na atividade, no geral, não houve esforço mútuo para trabalhar. No contrário, houve extrema dedicação para a brincadeira. O que correu mal aqui? Vou citar algumas opiniões e as respetivas respostas da nossa parte (eu e Miguel).
"Eu gosto de estar nos escuteiros para me divertir e não para trabalhar!"
R: Nos escuteiros temos de saber balancear a diversão e o trabalho. Há tempo para tudo, só temos de saber estabelecer prioridades. Acham o trabalho insuportável? É porque não trabalham com gosto, ou seja, não têm gosto nos escuteiros. Infelizmente, quanto a isto, pouco podemos fazer para além de apelar a desenvolverem mais gosto no trabalho para sermos mais rápidos e pudermos divertirmo-nos após o trabalho. E afinal de contas, ninguém disse que durante o trabalho não se pode cantar ou conversar, desde que isso não atrapalhe o bom ritmo de patrulha.
"A patrulha estava desmoralizada devido a (...) insultos e brincadeiras de mau gosto"
R: Já conversámos sobre este assunto. O primeiro passo para resolver esta "polémica" é tomar iniciativa da nossa parte: não insultar os outros. Se todos tomarem esta iniciativa, não há desculpas como "ele insultou-me primeiro" ou "se a patrulha faz, eu também faço". De resto, chega desta conversa sem nexo. A culpa desta situação é totalmente da patrulha e em especial a quem ousar sequer culpar os outros, devido a essa pessoa fazer o mesmo. Mas a partir de agora seremos mais rígidos. À mínima brincadeira de mau gosto, todos irão direitos para a sala de chefia.
"O Miguel é muito sério, convencido por ser sub-guia e está muito diferente em relação ao ano passado"
O Miguel é sub.guia, tendo assim uma posição de responsabilidade para com todos. O facto de ele ser muito sério ou não tem a ver não só com o cargo dele mas também com a sua personalidade. Como sabem também eu sou sério portanto o facto de ele ser divertido ou não nada tem a ver com o desempenho da patrulha na atividade. Em relação a ser "convencido", não notei isso até agora. O facto de exigir de vocês algo que vocês consideram muito é na verdade, pouco, pois tanto o Miguel como eu deveríamos ter exigido mais à patrulha. Se calhar é por isso mesmo que passaram a atividade toda no gozo.
"O guia e o sub.guia foram injustos"
Deram-me dois exemplos que justificassem atitudes que poderiam eventualmente ter sido injustas:
1ª situação - A noite de Sábado em que foram arrumar a bancada. Ao chegarmos a campo a bancada estava totalmente desarrumada sendo que ordenámos-vos para sairem da tenda e irem arrumar. A patrulha no geral considerou que esta atitude foi injusta pois já tinham arrumado algo e nós deveríamos arrumar o resto. Pois bem, quanto a isso, a resposta é simples: o facto de não estarmos presentes para arrumar a bancada foi porque tivémos no fogo de concelho a discutir com a chefia o que se passava em campo, daí que era vossa função arrumar a bancada. De resto, não me digam que arrumaram a bancada, pois havia louça suja, lixo no chão, cinzas na fogueira, abrigo aberto, material solto,etc. Para a próxima, já sabem: arrumem a bancada antes de ir dormir.
2ª situação: O David e o Guilherme irem lavar a louça sendo que já tinham cozinhado. Quando a isso não temos de dar justificações. Enquando o David e o Guilherme cozinhavam, os outros trabalhavam (ou deveriam estar a trabalhar). Portanto não existe nenhuma regra que imponha que quem cozinhou esteja dispensado de qualquer tarefa relacionada na cozinha, pois o mesmo não é verdade. Todos devem trabalhar igualmente. O facto de o David e o Guilherme lavarem a louça Sábado fez com que não lavassem a louça no Domingo mas sim dedicassem-se a outras tarefas igualmente importantes.

Ainda exemplificaram outras situações que considero que não têm nexo e portanto não devem estar abrangidas nesta mensagem. De resto, se tiverem mais alguma dúvida, é só falar em reunião. Espero que este balanço vos leve a refletir e a melhorar na próxima atividade.
~Bruno Alves

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